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Realizou-se no dia 07/07/2018, em São Paulo, a primeira avaliação para Instrutor de Karate-Do Nível 2.

Dos sete candidatos somente cinco foram aprovados, os quais são: Beatriz Janini Menegasso, Fábio Porto Aranha, José Gilmar Janini, José Roberto de Almeida e Jurandir Ferreira de Andrade.

Os candidatos, então instrutores Nivel 1, submeteram-se a longo e exaustivo exame de avaliação, realizado das 9:00 as 18:00 h, que compreendeu:

  1. Exposição de cada participante sobre tópicos da Conduta, Atitude e Didática do Karate-Do;
  2. Sessão de resposta à perguntas técnicas e didáticas sobre o Kihon, o Kata e o Kumite;
  3. A parte prática compreendeu a execução de Kihon; execução e aplicação de quatro Kata não repetidos; já no Kumite, os candidatos realizaram o Kihon-Ippon-Kumite, o Kiri-Kaeshi-Kumite, mas a ênfase foi no Jiu-Kumite, onde cada Instrutor lutou em média oito lutas de três minutos, sendo quatro delas sem interrupção.

O Prof Ennio Vezzuli explicou:

"O Karate-Do trata da formação e/ou da transformação de Pessoas e esta é não é uma tarefa para amadores. Os praticantes de Karate-Do que desejam ser Instrutores, têm que, além de ser excelentes Karate-Kas, se preparar como Instrutores, ou seja, saber transmitir o Karate-Do de forma efetiva aos alunos. Por isso da rigidez do Sistema de Formação de Instrutores da Escola de Karate-Do do Brasil.

Se para obter a Certificação de Instrutor de Karate-Do Nível 1 os candidatos aprendem, ao longo de 18 meses de exaustivas aulas-treino, a Conduta e a Atitude recomendada ao Karate-Ka, os fundamentos teóricos e práticos dos 3 K (Kihon, Kata e Kumite) e a didática, ou seja a melhor forma de transmitir tais ensinamentos, já a avaliação do Nível 2, se foca em verificar o amadurecimento e fluência dos Instrutores na teoria e prática desenvolvida nos estudos e treinamentos durante a carência para prestar a avaliação para Nível 2. Este nível é um divisor de águas, separam-se os regulares dos bons, o objetivo e a excelência.

Só após aprovados no Nível 2, os Instrutores poderão participar do Curso para o Nível 3 que além de ser desenvolvido na base do, é claro, costumeiro árduo treinamento, se foca em novos conhecimentos como “Os Treinamentos Específico”, ou seja, treinamentos voltados para objetivos específicos (Capacidades, Habilidades, Perícias, etc.), na capacitação do Instrutor como Avaliador de I-Dan (Graduação) e Shogo (Instrutor), entre outras matérias.

No Nível 4, ainda distante da nossa realidade, de forma similar à avaliação para o Nível 2, avalia o amadurecimento e fluência da teoria e prática do Instrutor ao longo da carência para prestar a avaliação do Nível 4 e a contribuição do Instrutor, em forma de monografia orientada por Instrutor Nível 4, sobre a “Base do Conhecimento da Escola – O Sistema EKADO de Ensino e Prática” ou sobre a “Base Regulamentatória” da Escola ou, ainda, matéria inédita correlata ao Karate-Do."

Ao final da Avaliação, após informar os resultados aos participantes, o Prof. Ennio fez uma menção honrosa ao Instrutor de 70 anos, agora Nível 2, José Roberto de Almeida, que continua treinando e progredindo no “Do”, e um exemplo a ser seguido.

A Escola de Karate-Do do Brasil, parabeniza os primeiros Instrutores de Karate-Do Nível 2.

 

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